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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Snowden denunciou e Washington confirma - os EUA espiaram Vítor Gaspar!

O escândalo sobre o programa norte-americano de espionagem global, recentemente posto a descoberto por Edward Snowden, está a atingir proporções inimagináveis e chegou já a Portugal. 

Depois de ontem ter denunciado que os EUA espiam instituições civis chinesas, Edward Snowden afirma que o executivo de Barak Obama também espiou o Ministro das Finanças português, Vítor Gaspar, facto que um porta-voz da Casa Branca já veio confirmar e apontar os motivos.
"Para nós, Vítor Gaspar era um caso de estudo, já que não conseguíamos perceber de que forma pode um Ministro das Finanças errar em todas as suas previsões económicas. Tínhamos de descobrir por que linhas-mestras e indicadores ele seguia, por forma a não cometermos os mesmos erros.  Como ele nunca deu explicações públicas sobre os seus redundantes falhanços, tivemos de descobrir por nós próprios. 
Assim, invadimos facilmente o seu computador pessoal e obtivemos controlo sobre a sua "webcam". A partir daí foi fácil seguir o seu dia-a-dia, que é monótono e previsível, exceptuando-se os horários em que ele acede a pornografia na "web", que nunca são os mesmos. Após alguns dias de vigilância, qual não foi o nosso espanto quando descobrimos que Vítor Gaspar tomava as suas decisões jogando o tradicional "pedra, papel ou tesoura" com o seu chefe de gabinete e, na sua ausência deste, através do básico "moeda ao ar". Podemos mesmo afirmar que chegou a perder alguns dos jogos que disputou contra si próprio. 
Entretanto, abandonamos este programa de espionagem quando recentemente descobrimos que o Ministro das Finanças português adoptou um novo método e começou a basear as suas previsões numa publicação científica norte-americana, sobre economia, denominada "Edge of Water" e que em Portugal é publicada sob o título "O Borda d'Água". 
Outro facto curioso e inexplicável que descobrimos, é que Vítor Gaspar lava sempre as mãos depois de anunciar mais medidas de austeridade e depois de cumprimentar Paulo Portas." - pode ler-se no comunicado a que o meu primo Cristóvão Colombo teve acesso exclusivo.

sábado, 8 de junho de 2013

A 10 de Junho comemora-se o quê, mesmo???


Comemora-se a 10 de Junho, como todos sabemos ou deveriamos saber, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. 
Comemoremos, pois então, aquilo que temos hoje para comemorar:

Comemoramos um Presidente da República que pouco fala e, das vezes que fala, mais lhe valia estar calado. Um Presidente que se ofende quando um jornalista lhe chama palhaço (com desprestígio para a classe circense), mas assobia para o lado perante tudo o que dele se diz no caso BPN. Talvez por ser, em ambos os casos, verdade. 
Um Presidente que atribui à intervenção divina de "Fátima" a aprovação de um qualquer exame da Troika. Um Presidente a quem 12.000,00€ mensais de reforma não chegam para as despesas, mas que abençoa os cortes nas reformas de misérias. 
Comemoramos um Primeiro Ministro absolutamente incapaz de governar, agarrado ao poder como um puto à saia da mãe e incompetente até na hora de se demitir. Escuda-se na legitimidade do voto democrático que o elegeu, mas recusa-se a ouvir a voz que vem das ruas e que democraticamente pede a sua demissão. É que nem ouvidos dá aos conselhos do pai.
Comemoramos um Primeiro Ministro que quer despedir 30 mil funcionários públicos, com a desculpa da reestruturação dos serviços do Estado, mas que em apenas 2 anos de governação já fez mais de 4.400 nomeações, sendo já o Primeiro Ministro que mais combateu o desemprego... dos amigos. E dos amigos dos amigos.
Comemoramos um Primeiro Ministro que incentiva o seu povo inteiro a emigrar e vê no desemprego uma oportunidade. Oportunidade, só se for para ele, que o mais próximo que esteve do desemprego foi quando o PSD não tinha cartazes para colar. 
Comemoramos um Ministro da Finanças que, em bom rigor, deveria era estar a bater com a cabeça nas paredes de um manicómio.  Vitor Gaspar é tão bom a decidir como Jorge Jesus a fazer substituições e faz previsões tão acertadas como a Maya, que nem a sua própria falência previu. Mas a culpa nunca é dele. A firmeza de carácter, ou a falta dele, não lhe permite admitir culpas próprias. A culpa ou é de um erro de uma folha de Excel ou, como mais recentemente, é culpa de São Pedro porque a chuva impediu o avanço da construção civil e prejudicou o investimento. O nível de insanidade está no máximo. No entanto, eu a este dou um desconto porque a nossa soberania foi entregue no momento em que pedimos assistência financeira e Portugal é hoje tão soberano como um "puto de 35 anos" que ainda vive às custas dos pais. Só faz o que o deixam fazer, quando o deixam fazer e como o deixam fazer, apesar de ter idade para se governar sozinho. Mas os alemães, porque esses é que interessam, gostam de Vitor Gaspar e, como dizia há dias Mira Amaral do alto da sua sapiência, atestada, qual asno, pela espuma que tem nos cantos da boca, "se os alemães gostam de Vitor Gaspar, os portugueses também têm de gostar". Se Vitor Gaspar me tivesse oferecido um Banco por 40 milhões, eu também gostava dele.  
Comemoramos um Ministro dos Negócios Estrangeiros que quando era Ministro da Defesa decidiu afundar, em dois submarinos, dinheiro suficiente para construir dois hospitais centrais. Mas como os hospitais serviriam os interesses das populações e os submarinos serviram os seus próprios interesses, não hesitou e apostou nos segundos.

Comemoramos uma Justiça que decidiu tirar definitivamente a venda dos olhos e escolher a dedo aqueles que há-de punir. Basta ser-se corrupto e os problemas com a Justiça desaparecem como manteiga em focinho de cão. A Justiça em Portugal absolve todos aqueles que forram os bolsos com os milhões dos contribuintes e manda para a cadeia um pai que furta 4 pães de um supermercado e que seriam o alimento dos filhos durante todo o dia.  
Se é costume dizer-se que tudo tem um preço, Portugal garante que a Justiça também tem o seu, ou não fosse o Procurador-Geral da República, o promotor máximo da acção penal em Portugal, escolhido directamente por aqueles que vai servir: os políticos e a sua teia de interesses.

Comemoramos as famílias sufocadas por impostos e austeridade, por forma a manterem-se abertas as portas das instituições bancárias. Se uma qualquer empresa dever às Finanças, despede-se toda a gente, fecha-se-lhe a porta e condena-se o gerente que deu prioridade aos salários dos colaboradores em detrimento dos impostos. É um bandido.
Mas se se tratar do BPN, vai-se ao bolso do contribuinte, pega-se em 4,5 mil milhões de euros, nacionaliza-se a dívida e depois entrega-se o que resta de bom aos angolanos numa bandeja de prata. Para além disto, ainda temos de levar com a falta de vergonha na cara dos banqueiros: se há um que se esquece de declarar 8,5 milhões ao IRS com a mesma desfaçatez com que um puto de esquece de lavar os dentes, já um outro sai-se com a famosa expressão "ai aguenta, aguenta!", quando perguntado se Portugal aguenta mais austeridade.
Comemoramos os cortes nas reformas, pensões, ordenados e subsídios por forma a que haja dinheiro para negociatas  em empresas públicas e o que no máximo poderá acontecer é o gestor ser despedido com uma pensão milionária e vitalícia, porque a Justiça está ocupada com aqueles que roubam comida para pôr na mesa. Mas aqui já não há bandidos, foram apenas contingências económicas.
Comemoramos um país que dá mais dinheiro, apoios, incentivos e benefícios aos clubes de futebol, do que às instituições de solidariedade social que substituem o Estado na obrigação de cuidar dos mais desfavorecidos.

Comemoramos uma juventude que amanhã comandará este país e para quem "Luix Vax de Kamoes" mais não é do que um dos maiores pesadelos a enfrentar na escola e que não passou de um gajo zarolho que quando fumava umas cenas maradas lhe dava-lhe pra escrever umas tretas que ninguém entende, porque foram escritas em Português. Se pelo menos Kamoes escrevesse com umas abreviaturas e com uns "smiles" a malta ainda era capaz de pescar alguma coisa daquilo. Mas ele era tão aborrecido que nem sequer um único "lol" meteu nas estrofes. Quem é que percebe o que quer dizer "Amor é fogo que arde sem se ver"??? Então não fazia mais sentido dizer "kurtir d 1 babe é tipo krer fumar tipo 1 cena e n ter xqueiro"? 
Se forem para uma das filas à porta do Pavilhão Atlântico (que graças a mais uma negociata se passou a chamar MEO Arena) em dia de concerto dos One Direction e perguntarem por Pessoa, Bocage ou Saramago, ninguém sabe. "Pessoa" é um gajo qualquer por quem passas na rua, "Bocage" era um tipo que contava umas anedotas com palavrões e "Sarampago" é aquela doença que se apanha em puto e que nos deixa cheios daquelas pintinhas que a mãe borrata de mercúrio. "Os Lusíadas"? Não havia nome mais piroso pra dar a uma banda? No entanto, todos sabem de cor a letra do último sucesso da Lady Gaga, pese embora não façam a menor ideia do que aquilo significa, e sabem de que cor o Justin Bieber pintou as unhas da última vez que foi ao psiquiatra. Se não foi, devia ter ido.

Comemoremos, pois então, um país completamente alheado dos seus reais problemas, para quem a realidade não vai muito além de um "Big Brother" e presta mais atenção aos mergulhos do Zé Castelo Branco para uma piscina do que a um programa de informação, opinião ou debate.
Comemoremos uma sociedade para a qual está tudo bem, desde que o pai tenha dinheiro para ir à bola, a mãe tenha dinheiro para ir à cabeleireira e os putos tenham dinheiro para ir aos festivais de Verão...

VIVA O 10 DE JUNHO!!! VIVA PORTUGAL!!!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Vítor Gaspar, o meu sócio do Euromilhões (SPAM - O Correio do Taborda)



Assunto: A nossa sociedade do Euromilhões

Bom dia, Sr. Ministro de Estado e das Finanças, Dr. Vítor Louçã Rabaça Gaspar.


Antes de todo o resto, deixe-me dar-lhe os adiantados parabéns. Faz dia 21 próximo dois anos que o Sr. Vítor foi empossado Ministro, coisa que é um feito digno de registo. Eu, muito pessoalmente, nunca pensei que fosse possível. São só dois aninhos, mas para mim parece uma eternidade. Parabéns!

O meu nome é António Duarte Taborda e, embora o Sr. Ministro não me conheça, temos uma sociedade no Euromilhões.

Como o Sr. Ministro sabe, ou não fosse ideia sua, os prémios de jogo superiores a 5.000,00€, pagam 20% de imposto de selo. Ou seja, sempre que eu jogo no Euromilhões estou, implicitamente, a fazer uma "vaquinha" consigo. Logo, o senhor é meu sócio.
Por exemplo, se eu ganhar os tais 5.000,00€, 1.000,00€ são para si. Ora, como eu apostei ontem 10,00€ no Euromilhões, o Sócio deve-me, neste momento, 2,00€. Como eu aposto 10,00€ todas as semanas, contas redondas, vou apostar 300,00€ até ao final deste ano o que significa que o Sócio, no final do ano, me estará a dever 60,00€.

Como eu tenho de pagar, até ao final do ano, o IUC da minha viatura, por coincidência no valor de 60,00€, o que eu proponho ao Sócio é considerar esse imposto saldado com a nossa sociedade no Euromilhões. É simples: Eu continuo a apostar todas as semanas em nome de ambos e o Sócio desconta no meu IUC o montante que me deve. Mais me comprometo a enviar-lhe todas as semanas um comprovativo em como joguei e, se o Sócio quiser, pode até conferir a chave que eu às vezes esqueço-me.
Considero ser uma proposta justa para ambas as partes, na medida em que eu fico com um imposto pago e o Sócio está automaticamente habilitado todas as semanas a 20% do jackpot do Euromilhões, sem ter trabalhinho nenhum. A título de exemplo, o Sócio pode meter ao bolso, já amanhã, 20 milhões de euros com a nossa sociedade. Isso é que era!

E não pense nas baixas probabilidades de a minha chave vir a ser contemplada. Repare que as probabilidades de o Sócio vir a ser Ministro eram de 1 para 10 milhões. E o que é que aconteceu? O Sócio é Ministro!!!
Portanto, a nossa sociedade tem tudo para dar certo.


Com os meus melhores cumprimentos,
O Sócio,
António Duarte Taborda


AGUARDA RESPOSTA

sexta-feira, 31 de maio de 2013

É isso, ou um livro sobre submarinos...

Uma rara edição de BD do Super-Homem foi encontrado na parede de uma casa no Minnesota, nos EUA - in O Público.Mário Soares, afirma ter encontrado no bolso de um casaco velho, a primeira edição da saga intitulada "Resgates do FMI a Portugal"...


Publicada pela primeira vez em 1978 e autografada pelo próprio, esta obra teve tanto sucesso que Mário Soares lançou, 5 anos mais tarde, uma segunda edição, mas mais extensa e de leitura mais difícil. No entanto, não é conhecido qualquer exemplar desta segunda edição, mas o ex-presidente da República já afirmou que pode ter um  guardado na mesma gaveta onde, em 1983, enfiou de vez o Socialismo, mas a chave perdeu-se no meio de tanta mudança de gabinete político.
Em termos de valores, o livro de quadradinho vai a leilão por mais de 100 mil Euros, que é mais ou menos o montante que cada família portuguesa deve à editora "Troika" pela obra lançada pelo histórico líder do PS. 
A obra em causa vai já na sua terceira edição, iniciada em 2011 pelo punho de José Sócrates, que entretanto, por falta de engenho e arte para a terminar, deixou os capítulos finais a cargo da dupla de autores Passos Coelho/Vítor Gaspar, sob o mecenato de Paulo Portas.
No entanto, esta saga parece não ter fim à vista, sendo mais do que provável venha a ter, para breve, uma quarta edição, a cargo destes últimos. É isso, ou um livro sobre submarinos...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Função Pública - Angry Birds, senhas, cafeína e cortes

Se estiverem num Centro de Emprego e, de repente, ouvirem "WEEEEEEEEEEEEEE....", desenganem-se. Não é alguém a regozijar-se por ter arranjado emprego. Isso não existe. É um funcionário que está a jogar "Angry Birds" e esqueceu-se de tirar o som do computador. (by Carlos Santos)


Agora há umas mais modernas,
mas eu gosto mais destas.
Alguns de vocês, lembram-se de como que era entrar, aqui há uns anos, numa  repartição pública. Era como se entrássemos numa dimensão paralela, onde reinava a desordem e o caos. Hoje em dia é exactamente igual. Mas com senhas. O caos continua lá, mas agora segue a ordem sequencial que as senhas ditam. Transmitem-nos a sensação de estarmos num país Europeu, mas essa sensação acaba mal nos damos conta que a nossa senha tem três dígitos, o monitor marca "senha 001", o funcionário está agora a estacionar e ainda vai tomar café.

As senhas são apenas um exemplo da excepcional evolução
Funcionário Público a trabalhar
que a função pública tem tido nos últimos anos, ao nível dos recursos. Vivemos na era da internet, onde tudo acontece em tempo real, e a função pública acompanhou os tempos. Pena é que não exista uma aplicação  através da qual se possa interagir com as repartições públicas, o que faria todo o sentido, já que o local indicado para se encontrar um funcionário durante o horário de expediente, é no facebook. Isto, se já tiver regressado do café da manhã.

D. Eduarda, uma funcionária ao serviço do utente
Mas nem tudo é mau. Dou-vos o exemplo da "D. Eduarda", funcionária de uma repartição de finanças. A "D. Eduarda" é daqueles funcionários que nos faz sentir necessidade de lá voltar. Não pela sua simpatia, que é muita, mas porque muito dificilmente nos consegue resolver o problema à primeira. E voltamos lá quantas vezes as necessárias, até a "D. Eduarda" concluir que o nosso problema não é da sua competência, mas sim de um colega que ainda não voltou do almoço. E lá vamos nós outra vez à maquina das senhas.
Se perguntarem à "D. Eduarda" onde fica o "Balcão do IRS", o mais certo é acabarem nos lavabos. E não há ninguém que grite como ela "SENHA 123!!!", depois de voltar do café da tarde.

Há, no entanto, uma coisa que a "D. Eduarda" gostava de fazer e não pode. Ela queria muito poder fugir aos impostos, tal como faz a esmagadora maioria dos grandes empresários e políticos deste país. Ela queria chegar-se ao pé do seu patrão, Vítor Gaspar, e dizer-lhe:
- "Ó chefe. A partir do mês que vem, podia declarar só metade do meu ordenado e pagava-me o resto 'por fora'... É que depois dos descontos que o Ministro das Finanças, esse gatuno, me faz no ordenado, o que fica mal dá para sobreviver...".
Ao que Vítor Gaspar lhe responderia:
- "Secção de Reclamações? Retire uma senha verde e aguarde a vez, que eu agora vou tomar um café..."

Não podem ser sempre os mesmo a pagar uma crise para a qual não contribuíram...

terça-feira, 7 de maio de 2013

Vítor Gaspar - "Passa já pra cá as próteses!!!"

No meio da desgraça em que este país está mergulhado, com toda a gente afogada em dívidas até à décima quinta geração, olhamos para o vizinho do lado e pensamos "há quem esteja bem pior". Português tem a diminuída mania de olhar com superioridade para a desgraça dos outros e sentir-se melhor. 
Belo partido!
No entanto, o vizinho aqui em apreço, é a Espanha, aquela terreola de onde nem vem bom vento, nem bom casamento, a menos que a noiva seja a Duquesa D'Alba. 
Ora, notícia O Público que Hospital Arnau de Vilanova (Valência, Espanha) retirou a prótese que havia colocado num joelho a Adrian García, por falta de pagamento de 152,00€. Já o genro do Rei deu um desfalque de milhões e ninguém lhe retirou nenhuma parte do corpo. Pelo menos assim à vista desarmada.
Vítor Gaspar, do alto da sua acutilância e visão prá poupança, vai pegar nesta ideia brilhante, para poupar mais 1.456.325 milhões de euros. E como? Vai desatar a retirar as próteses aos contribuintes em falta para as revender em 2ª mão. Tipo traficante de órgãos, mas em sucata.
Quem está entusiasmado com a ideia é Pedro Passos Coelho, que vê aqui uma oportunidade para, finalmente, arranjar um cérebro. Nesta fase de desespero, já nem exige que seja de um humano.
Por outro lado, quem anda alarmada com esta possibilidade de devolução de próteses por faltas de pagamento, é a minha vizinha da frente, que comprou umas mamas novas para agradar ao marido, mas agrada muito mais aos vizinhos. Como tem uma
Hummmm...!!!!
dívida de 
IVA devida pelo trabalho feito ao nível do busto (na medida em que uma "prateleira" avantajada trás valor acrescentado), vive apavorada com a ideia de, a todo o momento, lhe aparecer pela frente o Ministro das Finanças e lhe diga "passa já pra cá as próteses!".

Créditos: Sofia Melo

terça-feira, 30 de abril de 2013

Uma sugestão a Vítor Gaspar


Vítor Gaspar, anunciou que o Estado vai ter de cortar 4.700 milhões de euros na despesa entre 2014 e 2016. 
No entanto, o Ministro da Finanças não revelou onde é que esses cortes vão ser aplicados porque, muito provavelmente, nem ele sabe.

Posto isto, veio-me de imediato ao pensamento uma coisa em que se pode economizar uns trocos valentes: 
Na imagem da D. Maria.
Era dispensar tudo quanto é conselheiro de moda, costureira e aderecista encarregues de cuidar da imagem da dita senhora e começar a ir, ela própria, comprar os seus  próprios trapinhos à Feira de Carcavelos. O Estado poupava pra cima de um dinheirão, ninguém notava diferença alguma no trajar da D. Maria e mesmo que se notasse, seria seguramente para melhor.  

Só não sugiro que Vítor Gaspar obrigue a D. Maria a pagar os seus trapinhos com dinheiro do seu próprio bolso, porque se me parte o coração perante casos de idosos em situação de emergência social. É que a senhora ganha apenas 800,00€/mês de reforma, é casada com um senhor carregado de "Alzheimer" que não sabe se a sua reforma vai chegar para os remédios e vivem ambos em habitação social cedida pelo Estado, que custa anualmente ao contribuinte 17 milhões de Euros em condomínio.
Este meu coração de manteiga ainda me há-de levar à ruína. 




terça-feira, 23 de abril de 2013

Vítor Gaspar: Facebook é a solução para a crise

Noticiava há dias a revista Visão que a rede social Facebook está a testar um sistema de envio de mensagens pagas a celebridades e figuras públicas, podendo cada mensagem chegar aos 12 €.
Ora, usando da sua extraordinária e reconhecida capacidade de perspectivar cenários e fazer previsões, Vítor Gaspar viu nisto, de imediato, uma oportunidade única para tapar o buraco de cerca de 1.300 milhões de euros, aberto pela inconstitucionalidade de algumas normas do Orçamento de Estado.
Para tanto, e numa fase experimental, Vítor Gaspar vai propor ao Facebook a criação de uma "caixa de mensagens" de valor acrescentado, através da qual os portugueses poderão insultar, por 1€ a mensagem, o Ministro das Finanças.
Para além dos proventos directos, obtidos com o custo das mensagens, Vítor Gaspar prevê também uma poupança avultada no Serviço Nacional de Saúde, já que o insulto, provado está, alivia tensões e afasta depressões, o que evitará inúmeras consultas comparticipadas de psicologia.
Vítor Gaspar assegurou que, caso se confirme o previsível sucesso da operação, a iniciativa será alargada aos restantes membros do Governo e a todos os Deputados da Assembleia da República.
Vítor Gaspar tem a certeza que, com isto, serão cumpridas as metas do défice e será saldada a dívida à Troika em tempo recorde e os alemães vão ficar tão contentes que vão cumprir as contrapartidas da negociata dos submarinos.